segunda-feira, 23 de maio de 2011
sexta-feira, 13 de maio de 2011
opa
E da-lhe ignorância, em toda circunstância, não tenho do que me orgulhar, nós não temos história, é uma vida sem vitória e eu duvido que isso vá mudar.
Falta de cultura pra cuspir na estrutura.
sexta-feira, 6 de maio de 2011
(FUNEST - 2010)...E já não tínhamos nada pra fazer, não tinha nenhuma desculpa mais que evitasse o momento que nos debruçaríamos . Talvez fosse medo de falar coisas fortes, congelamento momentâneo, que nem aqueles filmes de romances toscos, meio com adrenalina, até mesmo com impulso de querer fazer sulcos em todo corpo e se embreagar, um com a essência do outro. Uma verdadeira transa de sentimentos, os dois com as guardas quase abaixada, receosos, mas ainda assim era tudo muito gostoso. Logo eu que sempre agi sem pensar, ficava meio sem jeito querendo mastigar cada pedaço teu. Mas, num piscar de olhos, sem perceber, tu já estavas dentro de mim, te digerindo, te sentindo em cada sinapse do meu córtex cerebral. E no apogeu da satisfação, saíram as palavras das minhas entranhas nojentas, excretado instantaneamente de tão o mais sincero que foi. Essas palavras foram:
a)Eu quero um estomazil.
b)Bora andar de skate?
c)Foi bom pra você?
d)Eu te amo.
e)nda.
a)Eu quero um estomazil.
b)Bora andar de skate?
c)Foi bom pra você?
d)Eu te amo.
e)nda.
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